HACCP

 

O Essencial de HACCP - AESBUC - Associação para a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica

 

Ana Vaz, Raquel Moreira, Tim Hogg. Introdução ao HACCP - AESBUC - Associação para a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica

 

Segurança Alimentar - Produção de Alheiras – AESBUC

 

Segurança alimentar - Produtos cárneos tradicionais - Enchidos e produtos curados – AESBUC

 

Segurança Alimentar – Queijos Tradicionais – AESBUC

 

Paulo Batista, Gabriela Pinheiro e Pedro Alves. 2003. Sistemas de Gestão de Segurança Alimentar. Forvisão

 

Paulo Batista, João Noronha, joão Oliveira e Jorge Saraiva. 2003. Sistemas Genéricos de HACCP. Forvisão.

 

ANIRSF, 1999. Linhas de orientação para aplicação do sistema de análise de perigos e controlo de pontos críticos HACCP.

 

APIAM. 2001. Guia para a aplicação do sistema de análise de perigos e controlo de pontos críticos na indústria de Águas Minerais Naturais e Águas de Nascente

 

Roy Kirby (ed.) Validation and verification of HACCP. Risk Analysis in Microbiology Task Force, ILSI Europe Report Series. ILSI Press.

 

Jorge Ventura de Oliveira Guerra, 2001. Estudo do Sistema HACCP para Estábulos Individuais. Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral. Viseu

 

FAO/WHO. 2006. Guidance to Governments on the Application of HACCP in Small and Less-Developed Food Businesses. Food and Agriculture Organization of the United Nations - World Health Organization. October, 2006

 

SANCO, 2005. PROJECTO DE Documento de orientação sobre a aplicação de procedimentos baseados nos princípios HACCP e sobre a simplificação da aplicação dos princípios HACCP em determinadas empresas do sector alimentar. SANCO/1955/2005 Rev. 3 (PLSPV/2005/1955/1955R3-EN.doc)

 

WHO. 1999. Strategies for Implementing HACCP in Small and/or Less Developed Businesses. Report of a WHO Consultation. Food Safety Programme, World Health Organization

 

USDA. 1999. Guidebook for the Preparation of HACCP Plans. United States Department of Agriculture Food Safety and Inspection Service May 1999

 

USDA,1999. Generic HACCP Model for Raw, Ground Meat and Poultry Products. United States Department of Agriculture Food Safety and Inspection Service, September 1999

 

USDA, 1999. Generic HACCP Model for Thermally Processed, Commercially Sterile Meat and Poultry Products. States Department of Agriculture Food Safety and Inspection Service, September 1999

 

National Seafood HACCP Alliance for Training and Education, 2001. HACCP:Hazard Analysis and Critical Control Point Training Curriculum .Fourth Edition, November 2001

 

 

 

 

FORMAÇÃO

 

ANCIPA, FORVISÃO, IDEC, FUNDACION LAVORA e SINTESI. HYGIREST – Programa de Formação sobre Higiene e Segurança Alimentar para Restaurantes e

Estabelecimentos Similares – Proprietários/Gerentes. Lisboa: ANCIPA – Associação Nacional de Comerciantes e Industriais de Produtos Alimentares, 2006

 

ANCIPA, FORVISÃO, IDEC, FUNDACION LAVORA e SINTESI. HYGIREST – Programa de Formação sobre Higiene e Segurança Alimentar para Restaurantes e

Estabelecimentos Similares – Trabalhadores. Lisboa: ANCIPA – Associação Nacional de Comerciantes e Industriais de Produtos Alimentares, 2006

 

Mónica Caldeira, Paula Teixeira, Pedro Pinto, José António Couto, Tim Hogg. Produtos tradicionais: qualidade e segurança a preservar- Manual (do formador) sobre higiene e segurança alimentar - AESBUC/UCP - Porto 2002

 

FQA e ESAC, 2002. HACCP - Manual de Formação. Projecto AGRO DE&D nº 44. Novembro 2002

 

FSAI, 2001. Guide to Food Safety Training - LEVEL 1 - Induction Skills. Food Service, Retail and Manufacturing Sectors. Food Safety Authority of Ireland, Abbey Court, Lower Abbey Street, Dublin 1.

 

FSAI, 2001. Guide to Food Safety Training -  LEVEL 2 - Additional Skills. Food Service, Retail and Manufacturing Sectors. Food Safety Authority of Ireland, Abbey Court, Lower Abbey Street, Dublin 1.

 

FSAI, 2001. Guide to Food Safety Training -  LEVEL 3 - Food Safety Skills for Management. Food Service, Retail and Manufacturing Sectors. Food Safety Authority of Ireland, Abbey Court, Lower Abbey Street, Dublin 1.

 

 

PRÉ-REQUISITOS

 

Manual de Higienização - Indústria Alimentar – AESBUC

 

Paulo Baptista e Jorge Saraiva. 2003. Higiene Pessoal na Indústria Alimentar. Forvisão.

 

USDA - Food Safety and Inspection Service. 2003. Basics for Handling Food Safely. Information for Consumers. April 2003.

 

Human Services/Victoria,1999. Guidelines for Personal Hygiene and Food Safety in Schools. Published by Public Health and Development Division, Victorian Government Department of Human Services.

 

Codex Alimentarius, 2003. Recommended International Code of Practice General Principles of Food Hygiene. CAC/RCP 1-1969, Rev. 4-2003

 

Codex Alimentarius, 2003. Código de práticas internacionais recomendadas - Princípios gerais de higiene alimentar. CAC/RCP 1-1969, Rev. 4-2003

 

Codex Alimentarius, 2005. Código de práticas de higiene para a carne. CAC/RCP 58-2005

 

Codex Alimentarius, 2004. Código de práticas para peixe e produtos da pesca. CAC/RCP 52-2003, Rev. 1-2004

 

João Noronha e Paulo Baptista. 2003 Segurança Alimentar em Estabelecimentos Agro-Alimentares: Projecto e Construção. Forvisão.

 

John Holah 2000. Food Processing Equipment Design and Cleanability. FLAIR-FLOW Europe Technical Manual F-FE 377A/00 [May 2000]

 

Paulo Baptista. 2003. Higienização de Equipamentos e Instalações na Indústria Alimentar. Forvisão.

 

ANIRSF, 1999. Normas de procedimento para a higiene de equipamentos dispensadores de bebidas refrigerantes

 

DCAT, 1998. Normas Gerais de Higiene para os Géneros Alimentícios. Direcção Geral de Fiscalização e controlo da Qualidade Alimentar, Lisboa, Setembro de 1998

 

DCAT/DSF, 2001. Higiene dos Queijos. Direcção Geral de Fiscalização e controlo da Qualidade Alimentar, Lisboa, Novembro de 2001

 

FAO, 2009. Buenas prácticas de higiene en la preparación y venta de los alimentos en la vía pública en América Latina y el Caribe: Herramientas para la capacitación. ISBN 978-92-5-306281-2

 

Códigos de Boas Práticas

 

ANIRSF, 2007. Código de boas práticas de higiene e guia de aplicação do HACCP para as indústrias de refrigerantes, sumos de frutos e néctares. Associação Nacional dos Industriais de Refrigerantes e Sumos de Frutos.

 

Nídia Braz (coord.), Cristina Monraia, Fátima Loja, Jorge Ribeiro, Maria da Graça Garcez. 2006. Código de boas práticas de conservas de sardinha e do tipo sardinha

CT –25 – Comissão Técnica para a Normalização dos Produtos da Pesca e da Aquicultura. ALIF - Associação da Indústria Alimentar pelo Frio, Lisboa.ISBN: 989-20-0186-9

 

Amílcar Duarte, Carla Marques, Carla Nunes, Luís Lopes, Miguel Salazar, 2006. Código de boas práticas de higiene no processamento de citrinos para comercialização em fresco. Uniprofrutal.

 

North American Meat Processors; Central States Meat Association; South Eastern Meat Association; Southwest Meat Association; Food Marketing Institute; National Meat Association; and American Association of Meat Processors. Guidelines for Developing Good Manufacturing Practices (GMPs), Standard Operating Procedures (SOPs) and Environmental Sampling/Testing Recommendations (ESTRs) Ready-to-Eat (RTE) Products

 

Noronha, J.F., Santos, C. Malta, M.C., Azevedo, H.P.C.; Henriques, C.S.F.,Madanelo, J.P.H.L., Cabral, A.C., Cabral de Almeida, J.L., Oliveira, M.J.D.A,Amaral, M.S., Rodrigues, R.M.C., Sampaio, F.F.A., Branco, J.F., Melo A.C e Guerra,J., 2006. “Boas práticas de fabrico em queijarias tradicionais”. Escola Superior Agrária de Coimbra. ISBN 972-99205-

1-6

 

North American Tomato Trade Work Group, 2006. Commodity Specific Food Safety Guidelines for the Fresh Tomato Supply Chain, Edition 1.0. California Tomato Commission, May 2006.

 

Gorny, J. R. [editor], 2005. Commodity Specific Food Safety Guidelines for the Melon Supply Chain, 1st edition. Produce Marketing Association and United Fresh Fruit and Vegetable Association.

 

Isabel Tato e Benedita Martins.2000. Boas Práticas de Fabrico para a Indústria de Conservas de Peixe. AESBUC.

 

Pedro Miguel Zilhão Pinto e Alcina M. M. Bernardo de Morais. 2000. Boas práticas para a Conservação de Produtos Hortofrutícolas. AESBUC

 

 

ANIRSF. 2001. Guia para a rotulagem de bebidas refrigerantes, sumos de frutos e néctares.

 

Paw Dalgaard, 2000. Freshness, Quality and Safety in Seafoods. FLAIR-FLOW Europe Technical Manual  [May 2000]

 

Michael Hinton, 2000. Microbial Control in the Meat Industry. FLAIR-FLOW Europe Technical Manual F-FE 379A/00 [May 2000]

 

ANIRSF, 1999. Código de boas práticas de caucionamento.

 

ANIRSF. 1996 Código de boas práticas de higiene na indústria de sumos, néctares e bebidas refrigerantes

 

 

Comissão de Produtos Alimentares e Segurança Alimentar da APED. s.d. Código de boas práticas da distribuição alimentar. APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

 

ARESP, s.d. Código de boas práticas para o transporte de alimentos. Associação de Restauração e Similares de Portugal.

 

Dias, J.C.L. e col., 2005. Manual de Boas Práticas -  Fabrico Fabrico de Queijo de Cabra no Algarve. DRAAlg, FERN, ANCCRAL, NTLD.

 

RESTAURAÇÃO

 

Declan J. Bolton, Bláithín Maunsell. Guidelines for Food Safety Control in European Restaurants - Teagasc - The National Food Centre 2004

 

(tradução portuguesa)

Guia para Controlo da Segurança Alimentar em Restaurantes Europeus

 

Paulo Baptista e Mário Linhares. Higiene e Segurança Alimentar na Restauração – Volume I – IniciaçãoForvisão.

 

Paulo Baptista e Christine Antunes. Higiene e Segurança Alimentar na Restauração – Volume II – AvançadoForvisão.

 

APCER, 2006. Especificação de Requisitos de Serviço ERS 3002/1. Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração

 

 

PERIGOS/RISCOS

 

Paulo Batista e Armando Venâncio. 2003. Os perigos para a segurança alimentar no processamento de alimentos. Forvisão.

 

American Chemical Society, 1998. Understanding RISK - A Short Guide for Health, Safety, and Environmental Policy Making

 

European Commission , 1999. Opinion of the Scientific Committee on Veterinary Measures Relating to Public Health on Listeria Monocytogenes. European Commission Health & Consumer Protection Directorate-General Directorate B - Scientific Health Opinions Unit B3 - Management of scientific committees II23 September 1999

 

Grocery Manufacturers Association, 2008. Bisphenol A - A guide for consumers, policymakers and the media. Science policy paper. Grocery manufacturers association

 

Unit D3 .Chemical and physical risks; surveillance of the Health & Consumer Protection Directorate-General of the European Commission. Food Contact Materials Practical Guide - A Practical Guide For Users of European Directives. European Commission Health & Consumer Protection Directorate-General Directorate D - Food Safety: production and distribution chain D3 - Chemical and physical risks; surveillance SANCO D3/LR D (04.2003) - (Updated to 15 April 2003)

 

Department of Health and Human Services, Pubic Health Service, FDA, Centre for Food Safety and Applied Nutrition e Office of Seafood, 2001. Fish and Fishery Products Hazards and Controls Guidance, Third Edition, June 2001

 

OUTROS

 

Comissão das Comunidades Europeias. 2000. Livro Branco Sobre A Segurança Dos Alimentos

 

DGFCQA, 2002. A rotulagem é fácil de perceber – Como descodificar um rótulo?. Geral de Fiscalização e controlo da Qualidade Alimentar, Lisboa, Junho de 2002

 

Standing Committee on the Food Chain and Animal Health. 20 December 2004. Guidance on the Implementation Of Articles 11, 12, 16, 17, 18, 19 and 20 OF Regulation (EC) N° 178/2002 on General Food Law. Conclusions of the Standing Committee on the Food Chain and Animal Health

 

 

Última actualização: 6 de Maio de 2011 por João Noronha