No âmbito do desenvolvimento de políticas de qualidade, a União
Europeia criou, em 1992, um sistema de protecção e valorização
de Denominações de Origem (DO), Indicações Geográficas (IG) e
Especialidades Tradicionais.
Mais recentemente, vários
países da América Latina adoptaram percursos
semelhantes, com objectivos de protecção comercial e
desenvolvimento económico.
Dos vários benefícios
destas políticas, pouco se tem falado do seu papel na
manutenção da biodiversidade.
A ligação destes produtos
ao território permitiu a evolução paralela de espécies
localmente adaptadas e um “saber fazer” desenvolvido ao
longo de várias gerações.
Assim, produzir bens com
DO ou IG, é também contribuir para a preservação e
melhoramento de variedades e raças autóctones que, de
outro modo, se perderiam no percurso da massificação da
produção agro-alimentar.
Dar conta destes
processos nos casos específicos das DO Serra da Estrela,
da maçã Bravo de Esmolfe, dos vinhos portugueses e da
Tequilla e Mezcal mexicanos, é o objectivo principal
deste seminário.
Na parte final do evento,
após a apresentação das comunicações, haverá uma
degustação de produtos tradicionais – Tequilla, Mezcal,
vinhos varietais de castas nacionais, queijo da Serra da
Estrela e maçãs certificadas.

[ Home ]
|
|
|
|